26 anos navegando no design digital
01
Marca é projeto de longo prazo — multimídia, multiplataforma.
Branding vem de brandr — nórdico antigo para ferro em brasa. Era assim que se marcava o gado: a fogo, para nunca mais confundir de quem era. Mil anos depois, o ofício é o mesmo — só trocamos o ferro pela ideia e o couro pela memória de quem vê.
Por isso identidade não é capricho estético — é sistema: símbolo, cor, voz e regra de uso amarrados para a marca aparecer igual no cartão, no outdoor e no story. O logo é só a ponta do ferro.
02
Artista plástico — tinta e pincel ainda sujam a mão.
Gráfico vem do grego gráphein: riscar, gravar, escrever. Antes de ser profissão, foi gesto — a mão riscando a pedra, o barro, o papel. É o gesto mais antigo do mundo, e continua sendo o primeiro de qualquer projeto.
Antes do vetor, o pigmento. A formação de ateliê — óleo, acrílica, nanquim — treina um olho que nenhum software instala. É de lá que vêm a mão firme, o respeito pela matéria e a certeza de que todo pixel bem posto começou num risco bem dado.
03
Caneta, régua e papel continuam no processo.
Digital vem do latim digitus: dedo. Antes de virar tecnologia, era o jeito mais antigo de contar — nos dedos. Ironia boa: o rafe também nasce ali, no dedo que segura o grafite.
Caneta, régua e papel abrem o processo; só depois o traço entra na máquina para ganhar camadas, luz e escala. Híbrido não é meio-termo — é o melhor dos dois mundos na mesma entrega. É isso que dá alma ao resultado.
04
O barro aqui é pixel, node e face — no ambiente 3D.
Esculpir vem do latim sculpere: talhar, tirar o excesso. Michelangelo dizia que a figura já estava dentro do bloco — o trabalho era libertá-la. No 3D é igual: a forma está lá, esperando, entre vértices, nodes e faces.
Modelagem, topologia, shader — o vocabulário mudou, o ofício não: dar volume à ideia até ela virar produto, personagem e cena. Do low poly ao render final.
05
Gente, bicho e cenário nascem de prompts e muito café.
Motion e emoção saem da mesma raiz latina — movere, mover. Emoção é, ao pé da letra, o que te move por dentro. Se a imagem não mexe com quem vê, ela só está mexendo na tela.
Roteiro, frame, corte e som — sem produtora e sem desculpa. Com IA generativa e direção de quem sabe o que quer ver, o filme sai: mundos inteiros inventados sob medida. E muito café.
Não resolvemos problemas.
Projetamos soluções.